Como uma praga digital, novas fake news foram lançadas nas redes sociais por bolsonaristas, desta vez mirando o Banco do Brasil (BB) com o claro objetivo de semear pânico entre os correntistas. A narrativa criminosa usa a chamada Lei Magnitsky – legislação estrangeira que nada tem a ver com o sistema bancário nacional – para espalhar mentiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e induzir clientes a retirar depósitos da instituição.
O argumento, absolutamente falso, diz que o Banco do Brasil seria alvo de sanções porque é o responsável pelo pagamento de salários de Moraes. Em uma tentativa grosseira de manipulação, os agitadores digitais tentam transformar desinformação em pânico financeiro.
Banco do Brasil reage com firmeza
Diante dos ataques, o Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira (22) que adotará medidas judiciais contra os autores da campanha difamatória. Em nota à imprensa, a instituição repudiou o conteúdo das postagens e classificou as mensagens como “publicações inverídicas e maliciosas” criadas para enganar a população e prejudicar a saúde financeira de milhares de brasileiros.
“Declarações enganosas ou inverídicas que tenham como objetivo prejudicar a imagem do Banco do Brasil não serão toleradas. O banco tomará todas as medidas legais cabíveis para proteger sua reputação, seus clientes e seus funcionários”, destacou a nota.
O BB ainda lembrou que a Lei 7.492/1986 – que define crimes contra o sistema financeiro nacional – prevê pena de dois a seis anos de prisão e multa para quem divulga informações falsas sobre instituições financeiras.
AGU acionada
A direção do banco já encaminhou à Advocacia-Geral da União (AGU) um ofício solicitando providências jurídicas contra os responsáveis pela propagação das fake news.
Histórico e credibilidade internacional
Na mesma nota, o Banco do Brasil reforçou sua solidez e conformidade legal. Com mais de 80 anos de atuação no exterior e presença em mais de 20 países, a instituição enfatizou que segue rigorosamente a legislação brasileira e os padrões internacionais do sistema financeiro.
O BB assegurou contar com equipes jurídicas e técnicas altamente especializadas para garantir segurança, integridade e transparência em todas as suas operações.
👉 O ataque bolsonarista ao Banco do Brasil é mais um episódio do uso criminoso das redes sociais para tentar corroer instituições e desestabilizar o país. A estratégia é clara: espalhar o caos com base em mentiras. Mas, dessa vez, a resposta veio firme – e com a lei ao lado da verdade.
Da Redação – Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil


