Esperança  de    vida   ao nascer no Piauí chega aos 77 anos em 2024

Uma pessoa nascida no Piauí em 2024 tinha a expectativa de viver, em média, 77 anos. Isso significa viver 1 ano, 8 meses e 12 dias a mais que alguém que nasceu no estado em 2010 , quando a esperança de vida ao nascer havia sido de 75,3 anos (75 anos, 3 meses e 18 dias). Em relação especificamente ao ano de 2023, quando a esperança de vida ao nascer havia sido de 76,8 anos, observamos que o aumento na expectativa de vida em 2024 foi de 2 meses e 12 dias a mais.

Desde 2010 a esperança de vida ao nascer dos piauienses vinha em crescimento contínuo, interrompido pelo advento da pandemia da Covid 19, com redução da esperança de vida nos anos de 2020 (75,3 anos) e de 2021 (74,1 anos), tendo retomado a trajetória de alta a partir de 2022.

A esperança de vida ao nascer não é igual para os homens e mulheres piauienses. Em 2024, a população masculina do Piauí tinha uma esperança de vida ao nascer de 73,3 anos (73 anos, 3 meses e 18 dias), o que significa 1 ano, 2 meses e 12 dias a mais que os homens que nasceram em 2010, quando havia sido registrado 72,1 anos (72 anos, 1 mês e 6 dias). Em relação especificamente ao ano de 2023, quando a esperança de vida ao nascer havia sido de 73 anos, o aumento em 2024 foi de 3 meses e 18 dias a mais.

A esperança de vida ao nascer para a população feminina piauiense em 2024 foi de 80,8 anos (80 anos, 9 meses e 18 dias), o que representa 2 anos, 3 meses e 18 dias a mais que as mulheres que nasceram no ano de 2010, quando a esperança de vida havia sido de 78,5 anos (78 anos e 6 meses). Em relação especificamente ao ano de 2023, quando a esperança de vida ao nascer havia sido de 80,6 anos, o aumento em 2024 foi de 2 meses e 12 dias a mais. Merece ser destacado que as mulheres piauienses nascidas em 2024 têm uma expectativa de viver 7 anos e 6 meses a mais que os homens do estado.

A esperança de vida ao nascer no Piauí em 2024, de 77 anos, foi a terceira maior da região Nordeste e a nona maior do país. O Brasil registrou uma esperança de vida ao nascer de 76,6 anos, inferior ao observado para o Piauí em 4 meses e 24 dias. Entre as unidades da federação, as maiores esperanças de vida ao nascer ficaram com: Distrito Federal (79,7 anos), Santa Catarina (78,3 anos) e Rio Grande do Norte (77,8 anos). As menores esperanças de vida foram as registradas para: Amapá (74,3 anos), Roraima (74,3 anos) e Alagoas (74,4 anos).

Esperança de vida ao nascer (anos), para Brasil e Unidades da Federação, em ordem decrescente pelo total da população – 2024

Brasil e Unidades da FederaçãoEsperança de vida ao nascer (anos)
Total da populaçãoHomensMulheres
Distrito Federal79,776,482,9
Santa Catarina78,375,481,1
Rio Grande do Norte77,874,481,2
Minas Gerais77,574,580,5
Ceará77,373,680,9
Espírito Santo77,273,780,8
Rio Grande do Sul77,274,080,3
São Paulo77,073,980,0
Piauí77,073,380,8
Paraná76,873,580,2
Paraíba76,873,380,3
Goiás76,873,779,9
Tocantins76,773,480,3
Brasil76,673,379,9
Sergipe76,472,480,2
Pará76,373,379,4
Rondônia76,072,979,4
Acre75,973,478,5
Bahia75,871,979,8
Mato Grosso75,772,479,5
Rio de Janeiro75,672,478,7
Maranhão75,672,578,8
Pernambuco75,571,779,2
Amazonas75,572,279,0
Mato Grosso do Sul75,472,378,6
Alagoas74,471,177,6
Roraima74,371,877,2
Amapá74,370,378,8

Fonte: IBGE – Projeções da População

Em 2024, taxa de mortalidade infantil no Piauí é estimada em 14,6 óbitos por mil nascidos vivos, 7º. maior indicador entre os estados do país

A taxa de mortalidade infantil no Piauí em 2024 foi estimada em 14,6 óbitos de crianças menores de 1 ano de idade a cada mil nascidas vivas, quarto maior indicador da região Nordeste e sétimo maior do país. A taxa de mortalidade no Piauí no ano 2000 havia sido de 40,4 óbitos a cada mil nascidos vivos, denotando uma grande redução em relação ao ano de 2024, com uma queda de 64% na taxa de mortalidade infantil no período. Apesar da queda na taxa de mortalidade infantil no Piauí, ela permanecia superior à observada na região Nordeste (13,4) e no Brasil (12,2).

Entre as unidades da federação, as maiores taxas de mortalidade infantil foram as observadas em: Roraima (21,8), Amapá (19,2) e Sergipe (18,2). As menores taxas de mortalidade infantil foram as de: Santa Catarina (8,7), Rio Grande do Sul (9,5) e Paraná (10,5).

Taxa de mortalidade infantil, para Brasil e Unidades da Federação – 2024

Brasil e Unidades da FederaçãoMortalidade Infantil (nº de óbitos por mil nascidos vivos)
Roraima21,8
Amapá19,2
Sergipe18,2
Acre17,1
Amazonas16,6
Maranhão14,6
Piauí14,6
Pará14,6
Bahia14,3
Alagoas13,6
Mato Grosso13,5
Mato Grosso do Sul13,4
Paraíba13,0
Rio de Janeiro12,9
Pernambuco12,7
Tocantins12,5
Brasil12,2
Rondônia12,1
Goiás12,0
Ceará11,4
Espírito Santo11,2
São Paulo11,0
Minas Gerais11,0
Rio Grande do Norte10,9
Distrito Federal10,6
Paraná10,5
Rio Grande do Sul9,5
Santa Catarina8,7

Fonte: IBGE – Projeções da População

Piauienses que chegam aos 60 anos de idade têm a probabilidade de viver quase 24 anos a mais, 2º maior indicador do país
Em 2024, uma pessoa de 60 anos de idade no Piauí tinha a esperança de viver, em média, mais 23,7 anos, chegando próximo aos 84 anos. Esse indicador era o maior da região Nordeste e o segundo maior dentre os estados do país.

A esperança de viver varia quanto ao sexo. Para os homens de 60 anos no Piauí, a expectativa de viver era, em média, de mais 21,9 anos, enquanto para as mulheres a expectativa de viver era de mais 25,3 anos, ou seja, as mulheres tem a probabilidade de viver, em média, cerca de 3,4 anos a mais que os homens.

A esperança de vida para a pessoa de 60 anos de idade no Piauí era superior à registrada para o Brasil (22,6 anos). Dentre as unidades da federação, os maiores indicadores ficaram com: Distrito Federal (24,4 anos), Piauí (23,7 anos) e Rio Grande do Norte (23,6 anos). Os menores indicadores ficaram com: Alagoas (21,5 anos), Mato Grosso do Sul (21,8 anos) e Rio de Janeiro (21,9 anos).

Fonte: IBGE

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