Tarifaço contra o Brasil tem culpados: a família Bolsonaro e os extremistas que sequestram a democracia

Entraram em vigor nesta quarta-feira (6) as novas tarifas comerciais impostas pelo governo de Donald Trump contra o Brasil. Com uma alíquota punitiva de 50% sobre 35,9% das mercadorias brasileiras exportadas aos Estados Unidos, a medida representa um duro golpe à economia nacional, podendo resultar na perda de mais de 140 mil empregos diretos e indiretos e no colapso de milhares de pequenas empresas que têm o mercado americano como seu principal destino.

Mas, diferente do que tentam empurrar certos “analistas” e parte da imprensa submissa, a culpa não é do atual governo brasileiro, que vem buscando alternativas diplomáticas e econômicas para preservar a soberania nacional. O verdadeiro responsável por essa crise tem nome, sobrenome e CPF político: a família Bolsonaro.

A diplomacia do servilismo agora cobra seu preço

Durante quatro anos, o Brasil se ajoelhou perante os interesses norte-americanos por obra direta do ex-presidente Jair Bolsonaro e, especialmente, de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que transformou seu mandato em palanque para os interesses ideológicos do trumpismo.

Enquanto o Brasil lutava por vacinas, o clã Bolsonaro promovia passeatas com bandeiras americanas. Enquanto empresas brasileiras pediam socorro, Eduardo Bolsonaro se ocupava em atacar a China, defender armas e lamber as botas de Steve Bannon e Donald Trump.

Agora, em 2025, com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar por desobedecer decisões do STF e investigado por tentativa de golpe contra o Brasil, Eduardo Bolsonaro atua abertamente em território americano como agente informal de sabotagem contra seu próprio país. Em troca de apoio político à causa pessoal do pai, Eduardo se empenha em alimentar a narrativa de Trump de que o governo brasileiro é “inimigo” dos EUA — uma chantagem geopolítica nojenta, antinacional e covarde.

A extrema direita ataca de dentro e de fora

E não para por aí. Enquanto a sabotagem externa avança, os cúmplices internos agem no Congresso Nacional. A extrema direita, liderada por parlamentares golpistas, protagoniza um vergonhoso sequestro das mesas diretoras da Câmara e do Senado, paralisando o funcionamento do Parlamento e impedindo votações fundamentais para milhões de brasileiros, como a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, projetos de geração de emprego, habitação e alívio fiscal para pequenos empreendedores.

É chantagem política. É sabotagem legislativa. É GOLPE, com todas as letras.

E o motivo desse sequestro institucional é claro: exigir a liberdade de Jair Bolsonaro, um homem que atacou as urnas, atentou contra a Constituição, incitou motins e agora paga — ainda que tardiamente — pelas suas ações.

O Brasil não vai se ajoelhar

Diante desse cenário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi enfático: “O Brasil não negocia tarifas com a faca no pescoço”. O governo brasileiro deixou claro que não aceitará chantagens, nem abrirá mão de sua soberania para satisfazer caprichos de um ex-presidente americano autoritário e seus fanáticos brasileiros.

O Judiciário brasileiro é independente e, gostem ou não os bolsonaristas de farda ou terno, não há espaço para interferência estrangeira em nossas decisões internas.

A imprensa precisa parar de se omitir

É urgente que a imprensa brasileira pare de tratar Eduardo Bolsonaro como um “parlamentar em missão oficial” e diga a verdade: ele é o principal artífice desse ataque econômico contra o Brasil, movido por vingança e desespero político.

Não se trata de uma guerra comercial genérica. Trata-se de uma guerra ideológica promovida por um grupo derrotado nas urnas, desmoralizado pela justiça e disposto a destruir o país para salvar o próprio pescoço.

É hora de reagir

A população brasileira precisa abrir os olhos. O que está em jogo não é apenas o preço do mel exportado ou a tarifa sobre aço e couro. O que está em jogo é nossa democracia, nossa soberania, nosso futuro como nação livre e independente.

Não se pode mais tolerar que um punhado de fanáticos com mandato e microfone continue atacando as instituições e sabotando o país em nome de um criminoso de tornozeleira eletrônica.

Chega de impunidade. Chega de chantagem. Chega de bolsonarismo.

O tarifaço de Trump é apenas o sintoma mais visível do câncer que ainda ameaça o Brasil por dentro: o bolsonarismo — e sua submissão vergonhosa a uma extrema direita internacional que vê o Brasil como colônia.

Culpado tem nome: Bolsonaro

Que fique claro: Não foi a diplomacia brasileira quem errou. O culpado tem nome, tem rosto, tem histórico: Jair Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e os cúmplices do golpismo que agora infestam o Congresso Nacional.

É hora de escolher de que lado estamos: do Brasil ou dos sabotadores.

Por Antonio Luiz Moreira Bezerra – Imagem: ChatGPT

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